segunda-feira, 1 de junho de 2009

o medo...

MEDO por que será que ele existe? Só sei de uma coisa... ele aparece quando você menos espera e faz com que tenha uma sensação não muito agradável. Pior ainda é quando ele aparece e você não consegue ser mais forte o bastante para enfrentá-lo. Porque de cara parece ser fácil, mas não é tão fácil assim. E é nesse momento que seres humanos não passam de seres humanos, e o medo não passa de uma tormenta que continua pulsando a cada minuto, a cada hora, a cada dia.

sábado, 16 de maio de 2009

ombreiras vem e vão...


mas uma melhor amiga é para sempre. Porque mesmo quando não sabe para onde vai, ajuda saber que você não está indo sozinha. Ninguém tem todas as respostas. Às vezes, o melhor que podemos fazer é pedir desculpas. E deixar o passado no passado. Outras vezes, precisamos olhar para o futuro, e saber que, mesmo quando achamos que vimos de tudo, a vida ainda pode nos surpreender. E ainda podemos surpreender a nós mesmos.

sábado, 2 de maio de 2009

destino é destino...


Sabe quando acontecem coisas terríveis que te deixam totalmente magoada e de repente você reencontra a pessoa e tem a sensação de que nada aconteceu? pois é, depois de um abraço tive essa sensação. Foi como se tudo estivesse começado de novo. E isso me traz um alívio tão grande que dispensa qualquer descrição. Destino é destino, não adianta tentar mudar isso porque uma hora tudo volta ao normal. E voltou mesmo. Risadas, desabafos, recordações... E posso dizer com toda a certeza que é exatamente isso que me fez e me faz tão bem.

domingo, 26 de abril de 2009

Saudades...


Lembro como se fosse ontem do quanto foi estranho mudar de escola... Rostos, sorrisos, pessoas que nunca esperei que fossem se tornar tão especiais pra mim. E tem aquela coisa do 'julgar sem conhecer', eu aprendi muito com isso. Bem no inicio julguei pessoas sem ao menos conhecer seus modos de pensar e agir. E com a convivência, tudo se tornou claro e transparente e foi aí que descobri as pessoas com quem eu poderia contar sempre, que sempre estariam ali pra dar aquele abraço quando mais precisasse, que tirariam aquele sorriso do seu rosto nos momentos mais bobos, mas que agora se torna dificil não lembrar. Hoje tenho orgulho de dizer que essas pessoas foram meus amigos, minha segunda família, a eterna cambada que jamais vou esquecer. Tantas bagunças, tantas risadas, colas coletivas (risos), paixonites :x, desentendimentos afinal qual família não tem?, momentos que apesar de tudo nunca saírão da memória. O tempo passa, uns chegam, outros saem ao longo do ano e quando tudo acaba cada um vai pro seu lado segue-se a vida. Saudade aperta cada vez que vejo uma foto, recordo e lembro que nunca mais vou ter momentos tão fodas quanto esses que passei com essas pessoas durantes esses três anos. Posso dizer que foram os melhores três anos que já se passaram, porque querendo ou não isso tudo fez uma diferença enorme nas minhas tardes. Agradeço de coração a todos vocês que fizeram parte da história desses três anos. Obrigada cambada...

quinta-feira, 16 de abril de 2009

A morte...


Assisti a algumas imagens do velório do Bussunda, quando os colegas do Casseta & Planeta deram seus depoimentos,parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada,estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a desestruturação da cena,mas nada acontecia ali de risível, era só dor e a perplexidade, que é mesmo o que causa em todos os que ficam. A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro:a morte por si só, é uma piada pronta. A morte é ridículo.Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário.Tem planos para semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório...Colocar gasolina no carro e no meio da tarde...MORRE. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu?O livro que ficou pela metade?O telefonema que você prometeu dar a tardinha para um cliente?Não sei de onde tiraram esta idéia:MORRER...A troco de que? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviram para nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente.Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego. Mas não desistiu.Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de duvidas quanto à profissão escolhida...Mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente...De uma hora pra outro, tudo isso termina...Numa colisão na freeway...Numa artéria entupida...Num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis...Qual é?Morrer é um chiste.Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida.Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas...Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas...A apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira. Logo você que dizia: das minhas coisas cuido eu. Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manha. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito...Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem vindo...Já não há muito mesmo a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas.ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo? Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça. Por isso viva tudo que há para viver. Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da vida...Perdoe...Sempre!!
Pedro Bial

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Sobre o amor...


Um dia desses estava escorado na janela de um hotel qualquer quando uma libélula pousou a poucos centímetros do meu braço. Na hora, eu não sabia ao certo se aquilo era uma libélula, ou uma cigarra, ou um inseto gigante qualquer. Nunca soube, e os poucos segundos que perdi tentando classificar o bicho foram suficientes para que ele sumisse. Bateu asas e escafedeu-se entre as árvores. Eu tenho uma ligação especial com libélulas. Foi correndo atrás de uma que eu me estabaquei no chão, fraturando uma costela, perfurando o baço e sofrendo uma hemorragia interna que por pouco não me matou. Tinha cinco anos e, desde então, convivo com uma cicatriz que me atravessa o abdome, lado a lado. Tudo que eu queria era vê-la de perto, justamente para me certificar se o bicho em questão era cigarra, libélula ou “seja-lá-o-que-fosse”. Se a necessidade de classificar uma libélula me rendeu duas semanas de internação, imagino o que me aconteceria se eu ficasse tentando classificar meus sentimentos. Inclusive, me cansa ver por todo lado gente tentando diferenciar um sentimento do outro. Se é amor, amizade, namoro, rolo, beijo, ficada, passatempo... Não tenho a mínima idéia, e nem quero ter! São inúmeras as espécies de relacionamento e a tentativa de classificar a todo minuto algo que, ás vezes, é simplesmente inclassificável pode resultar em muito mais do que um baço perfurado. Ás vezes, perdemos a noção de que cada minuto da nossa vida pode ser o derradeiro, de que cada ligação telefônica pode ser a última, bem como aquela pessoa, de quem você ainda não sabe se gosta, pode ser o seu último romance. O amor é uma libélula que pousa na nossa janela pouquíssimas vezes. Corra atrás da sua libélula, sem medo de se machucar. Viva o seu romance. Viva o seu último romance.


Lucas Silveira.

sábado, 11 de abril de 2009

Feliz Páscoa...


Declare-se nessa páscoa: te amo chocolate!
Viva intensamente cada momento e coma muito chocolate, porque o prazer está aí, comer chocolate sem medo de ganhar uns quilos a mais. Só não esqueça do verdadeiro significado desse tão importante dia. Sem mais.